| Não pague mico... | |
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Quarta-feira, Novembro 28, 2007 ( 11:06 AM ) Claudia Vidal
NO CEARÁ: BEBER BATER RECLAMAR O deputado estadual José Sarto (PSB-CE) terá encontro, nesta quinta-feira, com o presidente da Assembléia Legislativa, Domingos Filho (PMDB-CE). Sarto vai cobrar uma punição para o deputado estadual Carlomano Marques (PMDB-CE) que, na última semana, tentou agredir o socialista durante reunião de comissão técnica da Assembléia. O motivo: perda de um colégio eleitoral. O fato só não foi de maior gravidade, porque a turma do "deixa disso" agiu prontamente. Segundo Sarto, o peemedebista estava embriagado. "Nós não podemos passar a mão na cabeça. Todo mundo sabe que eu sou uma pessoa calma, não gosto de confusão. Esse caso precisa ter algum tipo de punição", disse Sarto para o Blog, direto de Brasília, onde acompanha em alguns ministérios prefeitos que tratam de projetos para 2008, o parlamentar. José Sarto admite que uma advetência pública resolveria o problema. Carlomano é o procurador parlamentar da Casa. É aquele que trata de defender seus pares quando necessário. BLOG ELIOMAR DE LIMA # Segunda-feira, Novembro 26, 2007 ( 10:52 AM ) Claudia Vidal
As pessoas confundem mesmo o amor... Afinal, quem ama preserva a pessoa amada, pois o amor é um sentimento nobre que vive longe dos holofotes do poder... Não pague mico. Segue o texto para uma reflexão: E Mônica Veloso, a ex-Renan Calherios, lança, na próxima quarta, o livro "O Poder que Seduz", em que conta sua versão da história de amor com o presidente licenciado do Senado - e diz que "a beleza venceu a feiúra". A colunista Mônica Bergamo antecipou os principais trechos do livro. * "Música, perfume e um certo torpor. Champanhe na mão, conversávamos e sorríamos após o jantar [na casa do senador Ney Suassuna]. Havíamos brindado por mais um ano, o intenso ano de 2002 (...) Cercado por jornalistas, o senador Eduardo Suplicy falava, empolgado, sobre o programa Renda Mínima e a indicação de Henrique Meirelles para a presidência do Banco Central. Mais um pouco, o próprio Meirelles chegou (...) O vento agitando as cortinas, o barulho de cristais e porcelanas como rumores longínquos vindos da sala. Era como se fôssemos as únicas pessoas no mundo." * "No mundo pode haver milhões de rosas, mas para o Renan eu era uma rosa única, que ele tratava com devoção comovente. Fazia as mais belas declarações de amor, me ligava várias vezes durante a noite para contar seus passos, cantarolava "Eu Sei que Vou Te Amar" ao telefone (...) Não sei se um dia ele admitirá isso, mas sei do quanto ele gostou de mim." * "Ele também fazia pequenas coisas para me agradar. No início da relação, por exemplo, estava meio gordinho, e por achar que perder peso seria importante para mim, o que não é, procurou um médico no Rio e começou a dieta da proteína. Em pouco tempo estava nove quilos mais magro." * "Como qualquer casal apaixonado, tínhamos nossos códigos, nossos momentos e nossas músicas(...) Nossa música marcante foi a do filme "Lisbela e o Prisioneiro". Misturávamos as nossas vozes com a do Caetano e cantávamos, baixinho, olhando no fundo dos olhos do outro: "Agora, que faço eu da vida sem você? Você não me ensinou a te esquecer. Você só me ensinou a te querer, e te querendo eu vou tentando me encontrar...". * "[No Dia dos Namorados] Lembro-me que usava um vestido rosa-clarinho, decotado nas costas, e um creme que dava um tom dourado à pele. Invenções de mulher que adora uma novidade, ainda mais quando está apaixonada e querendo agradar o homem amado. Ele elogiou o vestido e ficou impressionado com os brilhinhos do creme, que grudavam no paletó de terno risca de giz azul-marinho que ele estreava naquela noite." * "Um de seus sonhos mais freqüentes era ir comigo para o Carnaval da Bahia. Não no camarote: queria ir no chão, no estilo sem lenço e sem documento. Totalmente largado." * "[Num jantar com amigos] também relembrou ao presidente Sarney minha participação na campanha da Roseana. Por fim, alegre, brincava: "Porque alguém tem que trabalhar nessa família". Sim, não posso negar que eu sonhava construir uma família com o Renan. Ele me falava do sonho de ter uma menina (...) O Renan parecia ser o homem que eu sempre mereci." * "[Em dezembro de 2003] descobri que estava grávida, carregava no ventre o resultado de meu amor com Renan." * "Quando contei sobre a gravidez, ele entrou em pânico. Dizia ser impossível. Afinal, argumentou, não éramos mais crianças. Fiquei muito triste com a sua reação. Pela primeira vez, percebi que o amor era lindo, mas a política, para ele, era tudo." * "O celular tocou (...) [era] Renan, bem humorado, me chamando de doutora Mônica (...) [disse] que me amava demais e que encontraríamos uma forma de administrar a novidade e a vinda de uma filha, sim, porque ele tinha certeza de que a menininha que tanto sonhou, enfim, estava a caminho." (Com o Blog do Noblat, extraído da coluna de Mônica Bergamo, da Folha) # Quarta-feira, Novembro 21, 2007 ( 11:24 AM ) Claudia Vidal QUEM DIZ O QUE QUER, OUVE O QUE NÃO QUER Parabéns à professora pela sua presença de espírito. Aconteceu na PUC-RS: Uma professora universitária estava acabando de dar as últimas orientações para os alunos acerca da prova final que ocorreria no dia seguinte. Finalizou alertando que não haveria desculpas para a falta de nenhum aluno, com exceção de um grave ferimento, doença ou a morte de algum parente próximo. Um engraçadinho que sentava no fundo da classe, perguntou com aquele velho ar de cinismo: - Dentre esses motivos justificados, podemos incluir o de extremo cansaço por atividade sexual?? A classe explodiu em gargalhadas, com a professora aguardando pacientemente que o silêncio fosse restabelecido. Tão logo isso ocorreu, ela olhou para o palhaço e respondeu: - Isto não é um motivo justificado. Como a prova será em forma de múltipla escolha, você pode vir para a classe e escrever com a outra mão... ou, se não puder sentar-se, pode respondê-la em pé. (Fato Verídico) # |
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